Segundo o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a entrega de obras em tempo recorde tornou-se um requisito indispensável em um mercado globalizado, em que a velocidade de ativação de um ativo determina o sucesso de um modelo de negócio. A engenharia moderna não permite mais amadorismos no cronograma, exigindo uma integração absoluta entre projeto, suprimentos e execução.
Continue a leitura para entender como a alta performance na gestão de prazos transforma grandes desafios em entregas concretas.
Como a industrialização do canteiro de obras pode acelerar prazos de entrega?
O segredo para alcançar prazos extremamente curtos reside na transição do canteiro de obras tradicional para uma linha de montagem industrializada. Para o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a adoção de sistemas pré-fabricados em concreto e estruturas metálicas permite que a superestrutura avance enquanto as fundações ainda estão sendo finalizadas.
Essa sobreposição de etapas, aliada ao uso de fôrmas trepantes e sistemas de cura rápida do concreto, reduz drasticamente o tempo de ciclo de cada pavimento ou setor da obra. A engenharia deixa de ser um processo puramente artesanal e linear para se tornar uma operação logística de alta precisão, em que cada peça chega ao local pronta para ser instalada.
Como a engenharia moderna entrega projetos com agilidade e obras em tempo recorde?
A agilidade na construção pesada e industrial é fruto de um gerenciamento de suprimentos que opera no modelo “just-in-time”, garantindo que nenhum recurso fique ocioso. Como considera o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a coordenação com fornecedores estratégicos permite que grandes volumes de materiais cheguem ao canteiro exatamente no momento da aplicação, otimizando o espaço e a movimentação de máquinas.

O uso de tecnologias de monitoramento via drones e sensores IoT permite que os gestores acompanhem o progresso real frente ao planejado em intervalos de horas, não mais de semanas. Essa visibilidade total permite correções rápidas de rumo, garantindo que o ritmo de produção seja mantido mesmo diante de imprevistos climáticos ou logísticos. Além da tecnologia, a mobilização de equipes multidisciplinares treinadas para o trabalho em turnos estendidos ou regime de 24 horas é uma prática comum em projetos de urgência.
Por que o planejamento é o maior aliado das obras rápidas?
Um cronograma acelerado não admite improvisos, exigindo que cada detalhe logístico seja exaustivamente planejado meses antes do início físico dos trabalhos. Como observa Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a fase de pré-construção é onde se ganha ou se perde uma obra em tempo recorde. É nesse estágio que se definem as rotas de acesso para equipamentos pesados, a localização dos estoques intermediários e o plano de ataque de cada frente de trabalho.
O planejamento estratégico transforma a complexidade em tarefas simples e executáveis, garantindo que a energia da equipe seja canalizada para a produção efetiva e não para a resolução de crises evitáveis. Para garantir que um projeto seja entregue em tempo recorde, a organização deve adotar um conjunto de práticas que priorizem a eficiência em cada movimento realizado no canteiro de obras.
A aceleração dos cronogramas de engenharia
A capacidade de entregar grandes projetos com agilidade é o que diferencia os líderes do setor em um cenário de alta competitividade. Como resume o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o tempo é o recurso mais escasso e valioso para qualquer investidor. Ao dominarmos as técnicas de industrialização e gestão digital, garantimos que a infraestrutura necessária para o progresso do Brasil seja construída com a velocidade que o futuro exige. O compromisso com a agilidade é, acima de tudo, um compromisso com a eficiência econômica e a excelência da engenharia nacional.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez

